Por muito
tempo, carreguei o conceito de que oração era, entre outras coisas, um convite
feito a Deus para que Ele participasse da minha vida (carências, decisões,
negócios importantes...), o que não é, necessariamente, errado. Mas, com o passar dos anos, a minha vida foi mudando
e, consequentemente, minhas orações também. Hoje a prática da oração me revela
o caminho inverso, ou seja, o foco principal não está mais nas minhas demandas,
mas sim, nas de Deus. Não que eu tenha deixado de fazer súplicas, de pedir a
graça de Deus para as minhas realizações, apenas, não as trato mais como
prioridade. Enfim, tenho aprendido a introduzir minhas orações com um simples
“eis-me aqui” e, ao encerrá-las, nunca me esquecer de salientar o “porém, seja
feita a Sua vontade”. Claro que não é fácil!
M.V.A.

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