A palavra CRÍTICA carrega, pelo
menos, duas conotações distintas que jamais devem ser confundidas: uma é a da
condenação, o ato de denegrir uma pessoa ou coisa, geralmente, sem reflexão
alguma; a outra é a capacidade de julgar determinada questão, para ser mais
específico, é a ação de discernir, baseado num determinado aporte, qual é o
melhor caminho. Nesse sentido, enquanto a primeira é uma manifestação negativa,
a segunda é um exercício de crescimento, isto é, uma oportunidade de novas
descobertas, novas perspectivas. Logo, diferentemente do que as
mentalidades tradicionais professam, nem toda a crítica é uma arma de
destruição, aliás, a história está repleta de grandes acontecimentos
proporcionados por mentes inconformadas, as quais tiveram coragem de criticar
e, consequentemente, construir o novo.
M.V.A.

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